Ah, o drama! O corpo do nosso querido prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman, está sendo velado na prefeitura, como se fosse uma cena de novela mexicana.
E não é que a galera resolveu dar as caras? Pela manhã, só os VIPs tinham acesso: familiares, amigos íntimos e autoridades, porque né, a plebe não é digna de ver o defunto tão cedo. Mas aí, na hora do almoço, abrem as portas e lá vem o povão se despedir do cara.
Fuad, com seus 77 anos, partiu dessa pra melhor na quarta-feira (26), depois de ficar mais de dois meses na UTI, lutando contra as complicações de um Linfoma não Hodgkin. O cara tava internado no Hospital Mater Dei, no centro da cidade, mas parece que nem todo o dinheiro do mundo pode comprar a saúde eterna.
E não é que o povo resolveu prestar suas últimas homenagens? Uma fila digna de Black Friday se formou na porta da prefeitura para dar adeus ao prefeito. Os familiares, incluindo a irmã, os filhos e as netas, estavam lá, chorando e se emocionando como se estivessem ganhando um Oscar.
“Ah, meu pai era incrível, deixou um legado incrível, blá blá blá”, disse Paulo Henrique Noman, o filho do prefeito. Já o outro filho, Gustavo, completou: “Ele era um paizão, sempre nos educando e mostrando o que a gente fez de melhor”.
Tá, filho, a gente entendeu, seu pai era o cara.
E quem estava lá também? O vice-prefeito eleito, Álvaro Damião, que agora vai assumir o trono, digo, a prefeitura. Ele elogiou o Fuad, falou que o cara era tipo um pai pra ele, e prometeu continuar os projetos do prefeito falecido.
Vamos ver se ele vai conseguir, né?
Até o presidente Lula mandou uma coroa de flores, chique demais! E o governador Romeu Zema também deu as caras, junto com um monte de deputados, vereadores e outras figurinhas carimbadas da política.
Zema até soltou um discurso emocionado, chamando o Fuad de “respeitoso, afável, inteligente, competente, disponível, alegre”, entre outros adjetivos que ele provavelmente pegou no dicionário.
O enterro vai rolar no final da tarde, no Cemitério do Bonfim, mas só para os íntimos. A cidade decretou luto oficial por oito dias, então preparem-se para uma semana de tristeza e melancolia.
Fuad Noman, um cara com ascendência síria, começou sua carreira no serviço público há 55 anos, e passou por vários cargos importantes. Foi secretário-executivo da Casa Civil, diretor do Banco do Brasil, presidente da BrasilPrev, consultor no Cabo Verde, secretário de Estado da Fazenda, e por aí vai.
O cara era tipo um Indiana Jones do funcionalismo público.
Em 2020, ele foi eleito vice-prefeito de BH e assumiu o comando em 2022, quando o ex-prefeito decidiu pular fora. Fuad era conhecido por seu perfil técnico e conciliador, e garantiu a reeleição com obras e um estilo de “bom velhinho” que usava suspensórios.
Que fofo, né?
Mas nas eleições de 2024, o padrinho político dele, Alexandre Kalil, decidiu virar a casaca e apoiar outro candidato. Fuad venceu o segundo turno com 53,73% dos votos, mostrando que o povo ainda acredita em velhinhos de suspensórios.
Fuad era casado, tinha dois filhos e quatro netos, e era torcedor do Atlético Mineiro. Ele também escreveu três livros, um deles causando polêmica nas eleições.
A saúde dele começou a dar problema em julho de 2024, quando foi diagnosticado com o linfoma. Ele lutou, passou por cirurgias e terapias, mas no final, a morte levou a melhor.
E assim termina a saga de Fuad Noman, o prefeito de Belo Horizonte. Que ele descanse em paz e que a cidade siga em frente, com ou sem suspensórios.