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STF ouve testemunhas de Bolsonaro: será que o golpe de 2023 será o próximo?

🤦‍♂️ E lá vamos nós de novo, meus caros leitores, para mais um capítulo da novela brasileira que parece nunca acabar: o julgamento do ex-presidente Bolsonaro e sua tentativa de golpe. Sim, você leu certo, tentativa de golpe! 😱

A Primeira Turma do STF, aquela que está cansada de lidar com as trapalhadas do nosso ex-presidente, começou a ouvir as testemunhas indicadas pela defesa do tal Bolsonaro. 😴

O primeiro a pisar no tapete vermelho (ou seria preto e branco?) foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos. 🤵‍♂️ Ele, que já foi ministro da Infraestrutura do Bolsonaro, contou que se encontrou com o ex-presidente cinco vezes após as eleições, entre novembro e dezembro, provavelmente para trocar figurinhas sobre o que fazer nas férias. 😎

O advogado de Bolsonaro, Celso Vilardi, o cara que precisa defender o indefensável, perguntou ao Tarcísio: “Fala aí, mano, em alguma dessas reuniões, o Bolsonaro mencionou algo sobre dar um rolê de golpe de Estado?”

🤷‍♂️ Tarcísio, com um olhar de quem está falando a verdade, respondeu: “Jamais! Nem um ‘golpezinho’ básico, nem nada! O cara tava triste, resignado, tipo aquele seu amigo que perdeu a namorada e fica de boas conversando sobre a vida, mas sem falar da ex.” 😢

A defesa, curiosa como uma fofoqueira de bairro, quis saber se o Bolsonaro aceitava o resultado das eleições. E Tarcísio, com a boca cheia de razão, disse: “Claro, mano! Ele até nomeou um cara pra liderar a transição, o Ciro Nogueira, que também foi chamado pra testemunhar.” 🧐

🤨 Celso, insistente como uma mosca em dia de churrasco, perguntou ao Ciro: “E aí, brother, o Bolsonaro deu alguma dica de que ia dar uma de louco e tentar um golpe?”

🤲 Ciro, com as mãos para o céu, respondeu: “Nunca! Ele só me pediu pra fazer a transição da melhor forma possível. O cara queria tudo certinho, sem baderna.”

A trama continua com a testemunha Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social do DF, que falou sobre uma reunião dois dias antes da invasão das sedes dos três poderes, como se fosse um filme de ação. 🏛️ Ela disse que Torres, o cara que era secretário de Segurança Pública do DF, queria saber se ela podia ajudar a desmobilizar os acampamentos em frente ao QG do Exército, tipo uma festa que acabou mas ninguém quer ir embora.

E aí entra em cena o Renato Lima França, ex-subchefe para Assuntos Jurídicos do governo Bolsonaro, que confirmou que esteve com o ex-presidente para tratar da transição, mas negou ter ouvido qualquer comentário sobre impedir a posse do Lula. 🤐

O advogado de Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, perguntou ao Renato: “Fala aí, brother, rolou alguma conversa sobre impedir a posse do Lula ou algo do tipo?”

Renato, com um olhar de quem não quer nada, respondeu: “Negativo, capitão!”

O general Gustavo Henrique Dutra, ex-comandante militar do Planalto, entrou em cena para defender o Torres, dizendo que só falaram sobre desmobilizar o acampamento. 😴 E por último, mas não menos importante, Jhonatas Assunção Nery, ex-secretário executivo da Casa Civil, disse que não viu nada de estranho na transição, que foi tudo na paz.

E assim, meus amigos, depois de duas semanas ouvindo essas testemunhas, a novela continua. Segunda-feira (2) tem mais! 🤯 Preparem a pipoca! 🍿

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